Chega a ser irónico porque, embora em momentos da minha estória tenha julgado que A palavra se afigurava perfeita para sussurar à pessoa em causa e para exprimir o que eu julgava sentir, o alguém a quem ela caia que nem uma luva, por completo, ainda estava para chegar. No antes, faltou sempre o quase. Foi sempre um quase - amor, creio. Foi, mas não volta a ser. Quero dizê-lo com uma certeza sólida, olhando à minha volta e percebendo que é mesmo aquilo, que é impossível a vida desenhar-se mais doce. Ao achar que só quero aquela pessoa, e jamais alguma outra; que a desejo; e que lhe deixo, com todos os átomos do meu corpo, assaltar a minha alma e me levar o coração. Tenho por hábito dizer que, quando repetimos muitas vezes as mesmas palavras, corremos o risco de lhes minimizar a importância, de as banalizar, de lhes tirar o sentido. Penso que cada vez consigo banalizar menos esta. Talvez porque sou outra pessoa (maior, mais sabida e mais sentida) a viver as coisas, a senti-las com outro afinco, clareza, e intensidade. É também por essa razão que sei que, quando, desta vez a disser, ela vai ser ideal para traduzir o meu sentir. Naquele momento, incomparável, eterno, não poderá fazer mais sentido. Como se sempre tivesse guardado em mim o incrível sabor de sentir aquilo, e só naquele dia realize que tudo o que sentia era passível de se resumir numa simples palavra. E que essa palavra, finalmente e de verdade, pode e deve ser dita. Sinto que vai ser assim. E sentir é uma forma de saber.
14 Novembro 2009
10 Outubro 2009
15 Julho 2009
12 Junho 2009
26 Maio 2009
09 Maio 2009
O segredo das grandes histórias...
... é elas não terem segredo nenhum.
Ouvimos e queremos voltar a ouvir. São aquelas onde podemos entrar e morar confortavelmente. Que não nos enganam com calafrios e finais acrobáticos. Que não nos surpreendem com o imprevisto. São aquelas que são tão familiares como a casa em que moramos (...).
27 Abril 2009
He's just (not) that into you
Girls are taught a lot of stuff growing up: if a boy punches you he likes you. Never try to trim your own bangs and someday you will meet a wonderful guy and get your very own happy ending. Every movie we see, every story we're told implores us to wait for it: the third act twist, the unexpected declaration of love, the exception to the rule. But sometimes we're so focused on finding our happy ending we don't learn how to read the signs. How to tell the ones who want us from the ones who don't, the ones who will stay and the ones who will leave. And maybe a happy ending doesn't include a guy, maybe it's you, on your own, picking up the pieces and starting over, freeing yourself up for something better in the future. Maybe the happy ending is just moving on. Or maybe the happy ending is this: knowing after all the unreturned phone calls and broken-hearts, through the blunders and misread signals, through all the pain and embarrassment... you never gave up hope.
22 Abril 2009
14 Abril 2009
07 Abril 2009
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